Lembranças

Esse espaço e para relembrar as melhores (ou piores, por que não!?!?!) histórias dos tempos da química ou até mesmo um pouquinho antes, quando foi necessário decidir por este caminho tão assustador para uns e, ao mesmo tempo, tão fascinante para outros!!!

Vamos lá! Deixe aqui sua melancolia e veja-a transformar-se em sorrisos, choro de saudades ou estéricas gargalhadas!!!

13 Comentários

  • Para mim a lembrança mais “caricatural” da ETWB são as aulas do prof. Renê. “Dê um PÁ para nós”.. “Moooooça….não é TCHI, é TI. Repita: TI, TI, TI, TI….”.
    Era tudo muito ridículo, e o fato é que eu era uma figurinha constante lá de pé, num canto frontal da sala, berrando um PÁ tímido e vexaminoso.
    Todos meus amigos e colegas da época ainda me associam às aulas do Renê e continuam se divertindo muito com isso :-) . Hoje, à distância do tempo e daquelas emoções mais afloradas, até eu me divirto com isso.
    Mas, no fundo, a intensidade toda dessas memórias das aulas de Português se dá porque as ditas aulas foram contando uma história importante da minha vida de adolescente. Minha estréia nestas aulas assustadoras foram como uma garota muito tímida e retraída, mas foram evoluindo ano após ano até despertar uma Marta mais confiante (bom, eu diria mesmo “brava”) que começou a enfrentar o Renê. Um dia, a minha glória foi quando eu o confrontei contra uma daquelas normas bobas dele e o nosso amigo Renê se desconcertou, e riu muito. Todos riram. Eu também.
    Hoje penso que, afinal, é mesmo verdade que linhas tortas ajudam sim a escrever palavras certas. Pois aquele PÁ ridículo, que para mim continuará sempre soando ridículo, teve lá sua contribuição positiva para a minha vida: não só como uma historinha pra relembrar com os amigos, mas também como um apoio na minha formação como gente grande.

  • Maria Cristina Mingardi

    Fiz o curso Técnico de Química nos anos 70,71 e 72. Fui da primeira turma de mulhers do curso técnico e adorava Química Orgânica graças ao professor Lassak. Lembro-me de que nas aulas de Laboratório que ele nos dava, no 2ºano, era um barato quando ele levava o filho; que na época devia ter uns 4 ou 5 anos, junto conosco para o laboratório, vestido com jaleco branco, dizendo que o menino sabia mais de química, do que nós todos juntos….era o máximo! Jamais vou esquecer das suas aulas….Ele gostava do que fazia e fazia com que nós gostássemos cada vez mais de Orgânica e dele….Professor Lassak, um beijo.

  • Sabe aquele momento na adolescência onde você não tem a menor idéia do quer ser “quando crescer”(se crescer…), mas que de uma coisa você está certo, que se separar dos amigos só em último caso!?!?! Foi assim que cai de “gaiata feliz” nessa história chamada “Química na ETWB”. Éramos acho que em 4 mulheres no ginásio: eu (Maira), Gabi, Tati e Carol. Desssas figuras ai, somente a Tati tinha certeza de que queria fazer química. Pelo sim, pelo não também decidimos NO DIA da inscrição: “Vamos fazer química, pelo menos assim ficamos loucas, mas não sozinhas.” E, acreditem, funcionou!!! Nem todas depois seguiram na área, mas continuamos uma no coração da outra e a Tati continua sempre com a gente! São atos inexplicáveis que nos levam de encontro ao nosso destino… Eu, que nunca tinha pensado em estudar química, hoje vivo através dela usando-a muito além do laboratório, uso a química pra entender cada fato ou sentimento e, assim procuro também ajudar as pessoas usando, por exemplo, exemplos de interaçoes moleculares! Pois é, talvez por isso muitos amigos meus ainda precisem de psicólogos!!! kkkkk

  • Como a Maira disse acima, escolhi Química pela mais pura vontade…de não me separar de minhas amigas : )

    Como química eu sou uma ótima jornalista e produtora… isso eu preciso dizer.

    Eu me fodia nas aulas do Freitas, mas ia bem nas do Lasak, que eu adorava. Ele e a matéria: orgânica.

    Nas do Jair eu mais papeava com ele do que prestava atenção em alguma coisa, mas, de modo algum me arrependo de ter feito o curso.

    Não me arrependo porque aprendi muita coisa, e muita coisa além da química…já que essa eu não aprendi muito bem..rrsrsrsr

    Aprendi que não podemos negar ou ir contra o que somos e queremos, aprendi o valor de grandes amizades, vislumbrei, ainda que de relance, grandes mistérios do Universo e suas leis magníficas e apesar de não seguir carreira, aprendi a amar e admirar cada uma dessas leis e imaginar muitas outras que porventura existam e ainda não foram devidamente estudadas, ou descobertas…e que foi para isso a ETWB formou grandes mentes…

    Aprendi que somos um grão de areia no meio disso tudo e que, acreditem, ainda que pequenos, fazemos diferença.

    Adorei conviver com professores, funcionários e amigos, alguns destes que se tornaram irmãos, como a Maira.

    A ETWB está num lugar privilegiado de minha memória. Aquela caixinha onde a gente guarda as mais doces lembranças dos turbulentos anos da adolescência.

    Tenho muita coisa pra contar. Quem sabe aos poucos vou me lembrando.

    Beijos a todos. E não explodam o laboratório..por favor.

  • SERGIO CARACCIOLO

    turma de 69. temos inúmeras lembranças, mas talvez a mais marcante foi o dia que fizemos o projeto de um foguete para ser lançado no patio. Tinha até nome. Era o LASAK I. Estávamos encantados com o fato do homem ter chegado à Lua. Tinhamos acabado de aprender a preparar pólvora. Nosso projeto era avançadíssimo…um tubo de ensaio cheio de pólvora. Infelizmente o Prof. Lasak chegou antes que pudéssemos lançá-lo. Que Sorte ! Ainda temos 10 dedos em cada mão. Mas o Wanderley dançou…tomou 3 dias…alguém tinha que pagar o pato !

  • Olá, eu sou Alessandra, me formei em 1998. A minha turma tinha inicialmente 23 alunos, e muito diferente do início do curso, tinha mais mulheres do que homens, 12:11.
    Vamos lá, vou ver se lembro de todos? Eu (mais conhecida como Gordinha), Andréia C. Vaz, Carla Ap. dos Santos, Daniela C. Nepomuceno (mais conhecida como Nóia), Denise da Conceição, Denise Ziroldo, Eder M. Benassi, Elaine A. Melo, Elke S. Lima, Fabiana Passos, Felipe Manuel Correa, Giovana Cristina, finado Gustavo Caldo (conhecido como caldinho), Jorge Hideo, Juliana M. G. Colombo, Oséas, Patrícia G. Delgado, Rafael Velicev, Ricardo F. Vaz, Ricardo O. Lima, Roberto Balciúnas, Thiago Chiav… (mais conhecido como Panda) e o Wilson Madrid (mais conhecido como Wilsinho). Foi uma turma maravilhosa que tenho muitas saudades. Pessoal, me desculpem se escrevi errado os sobrenomes de alguns e se esqueci de como se escreve de outros (né, Panda e Jorge?), mas é que eu escrevi sem copiar de nenhum lugar. Busquei tudo da minha memória… Desta turma o Oséas e o Ricardo só fizeram o primeiro ano. No segundo, tivemos a companhia da Gabriela e da Amanda, porque elas “queriam” fazer o segundo ano de novo, mas também não continuaram até o final.
    Adorava ter aulas no laboratório, com todos os prefessores, Jair, Lasak, Freitas, Clarice. Cada professor tinha o seu jeito especial de dar aulas e eu gostava de todos. Dentre tantas experiências que tivemos no laboratório tem uma que eu e a Denise lembramos com muita saudades, né Denise? Eu lembro da experiência que a gente tinha que fazer uma prova de laboratório do prof. Freitas, e a experiência era reconhecer os sais. E um aluno muito grande, muito alto da minha sala, o Wilsinho, resolveu experimentar, colocar na boca, para poder identificar o sal. Nossa, vcs não imaginam como o professor Freitas ficou, né! A sorte do nosso querido amigo Wilsinho é que justamente o sal que ele havia experimentado era o NaCl. Ufaa! Que sorte a dele e do professor….rsrsrs
    Lembro também das turmas veteranas querendo zoar com os bixos. E como todo ano, os veteranos armavam uma bricadeira, diga-se de passagem, de péssimo gosto, no laboratório em plena aula do prof. Freitas. Eles prepararam bombinhas e colocaram em tudo que vc pode imaginar que tem no lab. Nas torneiras, bancos, portas de armários, enfim, tudo. Só para pegar os bixos … E eles não perdoaram nem o professor. Mas só que desta vez, o tiro saiu pela culatra, o professor não gostou nenhum pouquinho, pq diga-se de passagem, esta turma Exagerou. E aí o professor fez com que os veteranos estourassem todas as bombinhas para nós termos aulas. Não foi o máximo? Lembro que nós nos divertimos muito.
    Também lembro do dia do bixo, em que os meninos da minha turma tiveram que se vestir de Drag queen e as meninas de góticas. Neste ano foi a turma de química que ganhou a gincana.
    Ah, e eu não podia deixar de lembrar do nosso time de handball, Césio 137 (um, três, sete) altamente reativo. Nós éramos embatíveis, de cinco campeonatos, nós ganhamos 4. Todo mundo tinha medo de jogar contra a gente. E era de dar inveja na cumplicidade e união que a gente tinha, talvez foi por isso que sempre ganhávamos. Saudades, nossa vcs não imaginam quanto….

  • Lê, que lembrancas deliciosas, mas tenho que defender minha turma….heheheh…. Fomos nós que preparamos os bombinhas pra vcs!!!! Lembra!? Foi tudo feito com tanto carinho e esmero, poxa!? Nao foi exagero, foi, digamos, profissionalismo! Até na base de CADA banquinho, armários e, melhor, na vassoura que o Freitas (pra nosso azar) resolveu usar!!!! kkkkk… Nós também nos divertimos, porque só ver a vassoura estourando na mao do Freitas já valeu o trabalho todo!!!! kkkk… Ele ficou uma fera…afff…

  • Maria Cristina Mingardi

    Parece que sempre na aula do professor Renê, acontecia algo que com certeza, daria uma boa história. Quando estávamos no primeiro ano de Química, tudo era novidade e todos queriam aproveitar as experiências e reagentes que tínhamos no laboratório pra “aprontar” alguma coisa. Certa vez, não se contendo, nosso colega Maurício, em plena aula de Português, foi até o laboratório e apanhou um frasco com sulfeto de amônea, que tem um cheiro bem característico de “ovo podre.”
    Abriu o frasco e jogou o líquido debaixo da porta da sala de aula…depois de dez segundos, o cheiro invadiu a sala e o professor muito desesperado perguntava: Ôôô moço o que foi isso???Quem teve coragem de fazer isso na sala? Todos pra fora!! Não teve dúvida que todos caíram na risada e conseguimos naquele dia, ficar sem a aula do nosso querido professor Renê. Bons tempos!

  • Maria Cristina Mingardi

    Entrar na Escola dia 01/Março foi um acontecimento marcante. Rever minhas salas de aula então, foi um momento de muitas recordações e emoção! Estar com colegas queridos e especiais foi melhor ainda! Ver nosso álbum de fotografias da nossa formatura e a Escola, que apesar de muito diferente, nos trouxe muitas lembranças daquele tempo, onde passamos grande parte das nossas vidas, foi emocionante e quem esteve lá, deve ter sentido o mesmo!

  • Meu deus, meu deus, meu deus… eu me lembro do incidente da vassoura! Afe!…O Freitas pegou a vassoura e disse: “agora vocês vão limpar tudo isso aqui!” – E pôs a dita cuja com força no chão…pra quê?…POFF! Uma nuvem enorme de poeira saiu da mardita, devidamente acompanhada de um barulho de explosão…

    Não me lembro quem foi o espertossauro que passou o composto nas CERDAS DA VASSOURA só sei que era um explosivo de contato, portanto, foi só o Freitas bater a vassoura no chão que a nuvem levantou…ele estava bem na minha frente quando fez isso…eu juro que pensei que ele iria soltar uma gargalhada demoníaca, montar na vassoura e sair voando…foi SURREAL.

    Depois eu passei mal….de tanto rir.

  • Karen (1986 - 1989)

    QUANDO DEIXEI DE DESAFIAR A ESCOLA
    Bom, a história começa um pouco antes da ETWB: passei o “ginásio” (hoje fundamental 2) ficando de recuperação em tantas quantas fossem as matérias permitidas: se eram 3, ficava em 3, se eram todas, ficava em … quase todas (educação física e educação para o trabalho eu nunca fiquei!). E tudo isso por desdenhar o que aprendia durante o ano, pois não ia nas aulas de recuperação, muito menos estudava para a prova e tirava notas sempre altas, pois eu já sabia tudo! Pois bem, o que a bichete aqui fez no 1º técnico? Isso mesmo, “ousei” ficar de recupração em química. Nas duas semanas que tive para estudar, tive que fazer 300 exercícios de estequeometria, somados a 250 de teoria, pedidos pelo Jair (socoooorro!) – fui até a biblioteca da USP tentar encontrar respostas para as questões feitas por ele, na santa ingenuidade de que algum ser no mundo já havia publicado algo sobre aquelas teorias!
    No fim da 1ª semana já estudava até de ponta cabeça pra ver se, oxigenado melhor o cérebro, entrava mais alguma coisa, dormia (sério!) com os livros debaixo da cabeça pra tentar aprender por osmose, experimentei minha 1ª coca-cola com cibalena pra virar noite nos exercícios e fazia os benditos cálculos estequimétricos debaixo do sol a pino no intuito de captar sua energia, já que a minha já tinha se esgotado no 3º dia!Resultado: de desdenhadora e dasafiadora, passei a desafiada. Passadas as provas e aprovada, NUNCA MAIS fui besta de ficar de recuperação!

  • José Tadeu Ferreira

    Marta,

    Você se lembra de mim?? Creio que estudamos na mesma época!! Me formei na turma de mecânica em 86. Se for você um grande abraço, se não for o mesmo abraço.

    Tadeu

  • Gilberto Pita Marinho

    Turma de 70 a 78 , quem sabe do paradeiro do Laercio Medeiros e do Saturno, do Babá, do (Baixinho) Luiz Carlos Mendes, do Wilson Guerra filho do sr. Hugo, do Candido Soriano.

    Podem enviar mensagens no meu email: gltec@ig.com.br ou gilpmarinho@ig.com.br


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